O trigo

História

O grão, nome determinado ao fruto do trigo, é pequeno, de forma oval e possui uma fenda no sentido do comprimento, sendo recoberto por uma casca dura. Esta casca por conseguinte contém em seu interior o amido e o glúten, substâncias muito nutritivas consideradas essenciais ao homem e extremamente necessárias para o fortalecimento e crescimento da planta. O trigo é geralmente semeado nos primeiros dias do mês de novembro, período em que a temperatura da terra é suficiente para fazer a semente inchar e brotar do seu interior. Em seguida, começam a aparecer no terreno pequenas folhas verdes, e com a chegada dos primeiros dias de frio, estas folhas param de crescer. Muitos acreditam que a neve prejudica a planta do trigo, sendo ao contrário, é a própria neve que protege o trigo dos rigores do inverno. Mas é com a chegada da primavera que as plantas começam a crescer novamente e, no cimo dos seus caules, surgem as primeiras espigas denominadas florescências, o que significa que cada pequena espiga é composta de muitas e pequeninas flores sem corola, sem néctar, sem pétalas e sem perfume. Em poucos dias a florescência está concluída e a espiga fica repleta de pequenos frutos verdes os quais vêm substituir as flores caídas. Finalmente, durante os meses de junho e julho, procede-se à ceifa, em seguida a debulha, operação que consiste em cortar o trigo e separá-lo da espiga. Logo após a realização dessas duas operações, o grão vai para o moinho e as espigas já transformadas em palha, são armazenadas nos celeiros para servirem de alimentação ao gado, durante os meses frios de inverno. Os grãos de trigo são esmagados pelo moinho, extraindo-se a farinha, que serve para fazer pão, massas alimentícias, biscoitos e doces.

História do trigo no Brasil

Segundo relatos, o cultivo de trigo no Brasil iniciou-se em 1534, na antiga Capitania de São Vicente. Mas foi a partir de 1940 que a cultura começou a se expandir comercialmente no Rio Grande do Sul, época em que os colonos do Sul do Paraná plantavam sementes de trigo trazidas da Europa em solos relativamente pobres, onde as cultivares de porte alto tolerantes ao alumínio tóxico apresentavam melhor adaptação. Entre 1969 e 1970, o trigo expandiu-se para as áreas de solos mais férteis do norte e oeste do Paraná e, em 1979, o Estado assumiu a liderança na produção de trigo no Brasil. A maior área semeada e a maior produção foram registradas em 1986 e 1987 quando, em uma área de 3.456 mil hectares, o Brasil produziu 6 milhões de toneladas de trigo. Naquela safra, o Paraná produziu 3 milhões de toneladas de trigo e a produtividade alcançou 1.894 kg por hectare. A expansão da área de trigo no Paraná ocorreu numa época em que também se destinavam maiores recursos para a pesquisa agrícola no Brasil, resultando um aumento simultâneo da área e da produtividade do trigo. Enquanto que a produtividade média do trigo no Brasil, no período de 1970 a 1984, foi de 1.139 kg/ ha, no período de 1995 a 2003, ela se situou acima dos 1.500 kg/ ha. Atualmente, algumas Cooperativas têm obtido, em anos sucessivos, médias superiores a 2.500 kg/ ha. Produtividades de trigo superiores a 5.000 kg/ ha, são relatadas com freqüência, em lavouras bem cuidadas.


Farinha

O processo de moagem da farinha consiste na separação de três componentes: endosperma, farelo e amido. O endosperma é reduzido em pequenas partículas, denominadas farinha, ou partículas de tamanho intermediário, conhecidas como canjica, quirera ou semolina.

O endosperma, produtor de farinha, normalmente perfaz aproximadamente 75 a 80 por cento do peso de núcleo e a porção de farelo é vendida como ração para gado e ovelhas. A quantidade de gérmen em cereais varia de men

 
 
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